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E o vento – e apenas ele-
Contemplava o choro de um violão,
Notas flébeis e desfolhadas. O que fará coração?
Natureza já adocicada,
Triste clima de outono.
Chovia leve, pétalas e folhas,
Criando uma aura em torno de ti,
Oh! Doce apaixonado! ...
O sol já te cobria a face,
A penumbra escondia seus olhos; e suas notas,
Como navalhas, decepavam uma a uma as folhas de um ipê.
Conseguiras fazer chorar esse podre violão eternamente?
O gélido inverno já te arrepiava o coração,
Sentia seus dedos frios libertarem aquelas notas ainda flébeis.
Oh! Amor, como és tão cego,
Amas ainda com os olhos cobertos.
Priscila Rodrigues de Oliveira, 16 de abril de 2009

5 lembretes:

ellen disse...

flébeis...

мσσи disse...

*_________*
oh noes, doce demais

Steferson disse...

"Oh! Amor, como és tão cego,
Amas ainda como os olhos cobertos."

não culpe o Amor... quem erramos somos nós que seguimos mais cegamente ainda, esse que sabemos usar uma venda.

Gostei da divagação, amor, mas ainda sou mais o seu poema to Ingles.

Steferson disse...

ah! agora eu entendi... ah *-*
que bom que eu a fiz querer viver, amor... MUITO sério

nossa! me senti alguém vagamente importante agora *-*

Sunshinee disse...

Lindooooooooooo! *___* ameii!